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Daniel Lago

Daniel Lago

Nado em Vigo, no 1979. Licenciado em Ciências Políticas pela USC (1998-2003) especialidade em estudos políticos e relações internacionais. Cursou Estudos Europeus na Universidade Moderna de Porto. Empresário do sector financeiro e da gestão de riscos e a protecção financeira. Secretario de programas e estudos políticos da Executiva Nacional de Compromisso por Galiza. Membro do Conselho Nacional e Secretario Local de CxG em Vigo.

Viva a República!!!!!!

Publicada: 05/10/2017

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Tempo de lectura: 7 minutos e 12 segundos.

...........Portuguesa!!! Quando os tempos tornam em cinzentos, há um recurso próprio do nosso Pais e das nossas gentes, o recurso e a licença ao que chamamos retranca. Uma forma especial de dar-lhe uma volta a uma realidade baixo um prisma de média verdade e média mentira. Uma das máximas capacidades do ser humano, dar-se a volta sobre si próprio e poder rir de um mesmo e da sua vida. -Como estás meu? -De momento bem, ainda queda muito dia!

Por certo, efetivamente, Portugal comemora este dia 5 de Outubro o dia da República que fixou a data da fim do governo monárquico lá pelo 1910. 

Bom, agora que já centrei a atenção dos monárquicos e dos republicanos, tenho que dizer que seguir nesse debate é ficar a ver navios. Na realidade, sendo eu fortemente republicano, olho sem preocupação para se tem que ser transformado o atual Reino da Espanha numa III República espanhola. É esse um problema menor. O problema real é a mesma conceção da Espanha como recipiente de multiculturalismo e cidadania, no fundo, como contendor de valores de democracia e progresso que a dia de hoje ficou vazio. 

A situação é interessante de ver. Estão por vir tempos para estudar nos livros da historia. A fugida para adiante chegou ao seu ponto final. Se seguimos para adiante, está às claras que caímos com todo. É por isso, que isto já ultrapassa as velhas e inúteis fronteiras. 

Quisera eu hoje ter que escrever sem ter esta parvoeira na cabeça, mas é que fiquei machucado por este viver na historia. E isto é porque uma parte dos cidadãos europeus ficaram machucados pela violência real do governo de um estado membro. Por muita gente, a historia passa. A outra golpeia-nos fortemente. A outra impacta-nos de fronte. 

Nada que não correra já nalgum filme, nalgum cinema. Nada que em nenhum momento fora já escrito pelas gentes de diversas épocas em muitas crónicas e diversos jornais. Argumentos interessados. E hoje chegamos a esta verdadeira infâmia, obviamente a do outro dia não o era, por muito que os altifalantes repetiram uma e outra vez. Hoje chegamos a uma intervenção militar; um anacronismo nojento nesta UE que defendemos como espaço de paz e seguridade e de respeito dos direitos e liberdades. 

É totalmente necessário a intervenção desde a UE, para que o Reino da Espanha, como membro que é, pare já uma carreira sem fundo. 

A carreira para a frente levou-nos a chegar a onde agora estamos todos. Desde já e para já, mais UE como construção e espaço de liberdades para os povos desta nossa velha Europa. As velhas estruturas estatais já cederam parte da sua soberania clássica. Porem, não tendo perdido todavia o monopólio do uso da força segue a ser esta a máxima expressão e para já quase a única, da realidade do que é o poder de permanência do Reino da Espanha dentro da UE. Sem mais competências reais sobre a economia nem em muitas ocasiões sobre as suas políticas, diluídas por arriba e por abaixo, a sua permanência unicamente tem sentido neste sustentamento do monopólio da força.

O avanço da UE fica agora mais do que nunca pendente de um fraco e demasiado fino fio de ouro.Uma reformulação da UE na base de um arranjo jurídico-político confederal-federal é um dos motores deste cambio necessário. Frente a ameaças globais, por exemplo, a UE foi até o de agora incapaz de conjuntar um exercito europeu próprio, onde não tenhamos 20 ou 30 modelos de carros de combate diferentes e foi incapaz de juntar uma europol que não dependa exclusivamente dos governos dos estados membros. E todo numa luta pela supervivência e permanência histórica do estado nascido após a queda dos velhos impérios europeus. 

Tornar-se-á mais do que nunca uma visão sobre o futuro da UE numa visão sobre uma Europa dos povos e do bem-estar. O repto do Brexit e a mais do que possível permanência da Escócia dentro da UE, levanta uma hipótese que acima do tabuleiro abre um redesenho efetivo desta UE que tem que seguir avançando em coesão e unidade política e social. Mas, se calhar, este redesenho começa hoje já no Reino da Espanha.

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