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Daniel Lago

Daniel Lago

Nado em Vigo, no 1979. Licenciado em Ciências Políticas pela USC (1998-2003) especialidade em estudos políticos e relações internacionais. Cursou Estudos Europeus na Universidade Moderna de Porto. Empresário do sector financeiro e da gestão de riscos e a protecção financeira. Secretario de programas e estudos políticos da Executiva Nacional de Compromisso por Galiza. Membro do Conselho Nacional e Secretario Local de CxG em Vigo.

Uma UE pan-eslavista ou uma Russia pan-europeia?

Publicada: 30/11/2017

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Tempo de lectura: 5 minutos e 50 segundos.

A UE, chegou a um ponto, onde abandonou toda esperança e está a deixar-se ir. A UE está chegando a uma grande parada de não mudar o ritmo cara uma reformulação em 2020. Ou quando menos isso é o que está a semelhar e a indicar-se a cada novo dia. A desagregação da UE é uma possibilidade que agradaria em muito ao Putin e aos seus interesses de recuperar o pan-eslavismo. Neste momento, muitos são os indicadores, que insistem, na via da fim da UE como projeto e espaço de democracia e segurança comum para os europeus. Uma UE muito mais fraca e muito mais frágil. Uma Rússia e uma China a vascular o modelo económico e social de globalização cara o seu modelo de autocracia.

É fundamental nesta altura ir afirmar um pilar social para a construção europeia. É fundamental para exprimir uma UE com uma ambição clara cara uma cidadania que viva com dignidade. Neste andar do mundo é crucial para recuperar o caminho da construção europeia a implantação de um pilar social frente o dumping social de outras economias onde não existem nem estas garantias sociais, nem outras muitas de convénios coletivos, de proteção social, de legislação ambiental ou de condições dignas de trabalho. Isto no fundo é o que estamos a jogarmos com o sucesso ou a queda da UE.

Temos que ir cara uma UE da cidadania europeia, na base de uma Europa dos povos e de um pilar social que priorize a luta contra a exclusão social e a pobreza. Isto, num futuro tornar-se-á de cada vez mais difícil num mundo onde a governação progressista está a deixar passo a um contexto que deixa para fora qualquer um destes parâmetros.  

Para além disto, de cada vez olhamos um cenário mais complexo, onde, por exemplo hoje já é possível, se Moscovo acreditar, uma operação militar nas fronteiras da Rússia com os estados bálticos, na fim de assegurar o seu controlo sobre o subministro energético, por um exemplo, dentro da política de alongamento russa cara a Europa. O Putin não terá travão para estabelecer uma esfera de influência russa muito mais perto da Alemanha, ao tempo que sinalizaria, de facto, o papel da NATO como o brinquedo roto do Trump. A um ano da presidência o trumpismo entende o seu papel internacional subsidiário e marca  claramente este novo papel de incertidão dos EUA no plano das relações internacionais. A UE avançou a criação de um exercito europeu baixo um único mando, porém, fica todavia o projeto numa das gavetas do alto mando militar.

Neste sentido a última gira do presidente Trump pela China e o Vietname e as Filipinas deita sobre nós este novo cenário mundial, onde a China dominará o discurso nas próximas décadas.

Na mesma, olhamos uma viragem pan-eslavista do espaço da Europa oriental, a Bulgária e a Moldávia vêm de escolher o caminho que guia cara Moscovo diretamente. Na Turquia já assinalaram claramente a sua vontade de deixar de lado qualquer proximidade para a UE, e o Erdogan está a caminhar sem máscara por uma deriva fascista que já apoiou nesse triângulo geográfico das “pipelines” entre o Irão, a Turquia e a Rússia para o apoio da nova rota da seda, esse OBOR, que marca a expansão chinesa ao longo do “heartland” geopolítico da Euroásia.

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