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Daniel Lago

Daniel Lago

Nado em Vigo, no 1979. Licenciado em Ciências Políticas pela USC (1998-2003) especialidade em estudos políticos e relações internacionais. Cursou Estudos Europeus na Universidade Moderna de Porto. Empresário do sector financeiro e da gestão de riscos e a protecção financeira. Secretario de programas e estudos políticos da Executiva Nacional de Compromisso por Galiza. Membro do Conselho Nacional e Secretario Local de CxG em Vigo.

Sigurimi, una nova moda de sushi

Publicada: 22/06/2016

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Tempo de lectura: 5 minutos e 51 segundos.

Sigurimi, com certeza que está a evocar nos mais, um grande apetite e umas fortes ganas de comer sushi. Com licença, um Sigurimi de algas e salmão, faz favor!! Mas o Sigurimi não é por desgraça, uma maneira nova de fazer atractivo o peixe cru. 

Siguirimi representa nada na cabeça de muitos, seguramente será o que isso, um novo tipo de sushi. No mesmo que a Pide, uma nova bebida refrescante que traz um sabor novo, excitante e natural!!! Seguramente a Pide aparece anunciada na televisão com algum pivô famoso a beber o dito refresco, com um “gingle” pegadiço e milhares de pícaros sobre-expostos à toma de açucares. Onde é que fica a melhor casa de comidas para experimentar estas novas preparações; com nome que evoca ao oriental ou quando menos ao Leste; pois será na Stasi. Um grande nome, não há dúvida, uma grande sonoridade. Checa, tampouco era mal nome. Ouça!! vamos logo jantar na Checa uns bocados de Sigurimi?? Ora bem, hoje poderíamos arranjar na Stasi, na Checa o outro dia tomei um Sigurimi e tinha demasiado NKVD, demasiado.

O Siguirimi não é uma nova elaboração do sushi. Nem a Pide um novo refresco. Nem a Checa ou a Stasi restaurantes de moda. Sinto a decepção dalguns, desculpo o sorriso dos mais e reconheço a indiferença própria na juventude.

O caso é que muita da gente, que gosta da nova moda, nunca experimentou a velha e nunca ultrapassou a barreira da elaboração da comida aquecida ou instantânea. O hidrogénio liquido, o ar de azeite, os jogos de luzes, os sabores conceptuais, tudo envolto num prato de desenho e bem grande; onde cabe de todo.  Isto de um lado, tem o seu público alvo numa gente de cultura gastronómica de escaparate. De outro lado, a realidade, na casa o mais que cozinha a maioria, é um leite aquecido no micro-ondas com umas bolachas ou uns cereais para o pequeno-almoço. Ou numa outra hipótese, aquecem uma ementa de preparação industrial. Tampouco é que a cozinha, no fim, seja o nosso, melhor em embalagem plástica: refeição individual para fora. Além de tudo, assim não temos que arranjar a cozinha, que sempre dá trabalho.

Um sentido do gosto e do olfacto, sem educar, sem adestrar, leva a comer em muito, hoje em dia, com os olhos, a comer unicamente com a vista, a comer segundo o escaparate. Será por tanta televisão consumida; muitas horas; e as poucas horas dedicadas a mercar, cultivar e auto-produzir alimentos nós mesmos, será pelo pouco tempo destinado a elaborar as comidas na casa. Uma embalagem bonita, uns aditivos que aportem sabores e aromatizantes variados, umas “celebreties” soltando um par de dicas de ordem axiomático e já está, “voila!!”: hoje em dia a refeição perfeita. E não venha você a dizer que é artificial, ou que a etiquetagem tem gralhas evidentes. Não venha você a dizer que os produtos não são de mercados locais ou que não respeitam as normas de higiene e sanidade. É rápido, cómodo e singelo e pode apanhar em qualquer local. 

E é nisto que se tem transformado a mensagem política no fim. Todo o mais parecido à dieta da alcachofra ou a umas almôndegas suecas preparadas. Sem saber e sem importar já de que horta são os produtos, em que cozinha foram preparados, nem o significado do nome que têm as coisas. E assim, logo de tomar o dia 26-J o segundo prato, ficaremos aguardando por uma sobremesa que chegará em outono.

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