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Daniel Lago

Daniel Lago

Nado em Vigo, no 1979. Licenciado em Ciências Políticas pela USC (1998-2003) especialidade em estudos políticos e relações internacionais. Cursou Estudos Europeus na Universidade Moderna de Porto. Empresário do sector financeiro e da gestão de riscos e a protecção financeira. Secretario de programas e estudos políticos da Executiva Nacional de Compromisso por Galiza. Membro do Conselho Nacional e Secretario Local de CxG em Vigo.

Os servidores de Putin

Publicada: 30/11/2016

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Tempo de lectura: 5 minutos e 57 segundos.

A última nova do que acontece nesta guerra “híbrida” é o back-up dos telemóveis chineses, de milhares de dados de utentes ocidentais, não é mais do que uma das batalhas que nestes dias acontecem por todo o mundo. Uma parte mais da guerra “híbrida”, uma guerra onde o “Big Data” e isso que demos em chamar a “Internet das coisas” joga já um plano fundamental. As novas tecnologias e as redes sociais são um novo campo de batalha.

Como curiosidade a China, depois do Irão e Cuba, é o terceiro estado do mundo onde o acesso à Internet é sujeito a um maior controle. A Coreia do Norte fica fora desta listagem, já que os súbditos norte-coreanos, por acaso, têm interdito directamente qualquer uma classe de acesso, Não acho que ficara alguém aguardando outra coisa, do regime mais fechado e dado a volta sobre si mesmo do mundo.

100,000 ciber-polícias chineses vigiam todo o dia a Internet. O governo chinês, já chegou a quebrar o acesso por dez meses em partes do seu imenso território, afectadas pelas revolta dos uigures, pulsando um único botão. Por suposto, são conhecidas as reivindicações sobre o controlo e a censura, já não unicamente na Internet, também, por suposto, na sempre, muito mais fácil de submeter a controlo, imprensa e cadeias televisivas. 

Ai Weiwei, é um artista chinês que critica activamente na sua conta do Twitter, a falta de respeito aos direitos humanos e a corrupção do sistema político chinês, obviamente, estas críticas rematariam com ele no cárcere. O premiado com o Nobel da paz de 2010, Liu Xiaobo, que luta pelo respeito do direitos humanos e a reforma política na China, avançou com este prémio na configuração da ordem internacional que estamos a viver nos últimos anos. Isso sem antes Liu Xiaobo ter que passar 11 anos de cadeia.

Uma nova configuração que tem seu desenho, por exemplo, na diferença de categoria; percebendo categoria, como categoria analítica; entre os estados que celebraram a entrega do Nobel da Paz em 2010 e aqueles que boicotearam ao dissidente chinês. Isto já dá para olhar este novo desenho. Entre os estados que boicotearam ao Nobel da Paz estiveram: China, Irão e Cuba, além da Rússia ou a Venezuela.

A grande muralha China é hoje um enorme “firewall”; o “Great Firewall”; que controla a rede na que navegam mais de 500 milhões de chineses. Na China a maior parte de webs ocidentais são “web page not available”, e de cada vez o GFW é uma ferramenta mais potente. É evidente que a nível interno esta máquina de censura funciona já a níveis de análise de cada um dos caracteres claves publicados dentro da rede.

Os ciber-ataques deram um passo mais na cópia, à moda russa, na censura usada pelos chineses. A lei Yarovaya marca este caminho.  A  Federação Russa está também a liderar uma batalha no espaço dos cibernautas. Não ficam no tinteiro as filtrações e a campanha pro-Trump feita desde os “servidores” de Putin. Mesmo na Rússia, esta batalha vai para além do ciber-espaço e a gente do escritório de Moscovo da Amnistia Internacional achou com o seu lugar de trabalho selado e fechado. 

Este controlo, finalmente leva cara a construção de uma ciber-fronteira, onde a agenda da opinião pública remate baixo a “supervisão” dos poderes autocráticos e à construção de regimes mais fechados e virados sobre si. 

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