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Daniel Lago

Daniel Lago

Nado en Vigo, en 1979.Licenciado em CC. políticas pela USC (1998-2003) especialidade em estudos políticos e relações internacionais.Especialidade Estudos Europeus na Universidade Moderna de Porto.Empresario do sector financeiro e da gestão de riscos e a proteção financeira.Membro do CPN de Compromiso por Galicia 

Raro o rato chorar a morte do gato

Publicada: 23/11/2016

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Tempo de lectura: 4 minutos e 30 segundos.

Quando em fins dos ´80 do século passado, a URSS colapsou; e com ela todo o bloco do Leste da Europa; esta estava no médio de uma forte tormenta económica, tinha batalhas e guerras abertas além e aquém do mundo e nas suas sociedades tinha-se ingerido uma mais do que forte insatisfação com o sistema, no que crescia a corrupção, o clientelismo e as desigualdades, numa sociedade governada por uma elites “white collar” que cresceram, dentro, por e para, o sustimento do PCUS e do aparelho de estado dos soviets.

Não acreditem, caros amigos e amigas, na semelhança com esta fim de um modelo e o momento de hoje. Mas se calhar, é este um filme que já passou nos cinemas e nas suas salas de estar. A crise económica, múltiplas guerras espalhadas pelo mundo e uma forte desafeição; que é como agora chamamos à percepção da inutilidade do sistema; junto com um governo dirigido, por e para, elites de tecno-burócratas; unicamente; repito; se calhar, este filme já passou nos nossos ecrãs. Não desliguem todavia os seus trebelhos electrónicos. No último filme de grande sucesso, que já é viral nas redes, a China amossa uma nova direcção e produção e uns grandes actores. Uma sociedade que leva 30 anos de crescimento económico e embora, não é que resista a uma melhora e um avanço, das liberdades e direitos da sua cidadania; na contra; leva desde a entrada na OMC; que semelhava o derradeiro passo na democratização da sociedade chinesa; limitando e controlando e tornando ao grande estado comunista e aos seus cidadãos a uma situação que podemos dar em chamar como pre-Tiananmen.

Por acaso, foi a Rússia do Putin, que não teve nenhuma classe de dúvida em mercar os direitos intelectuais ao governo chinês do filme. A versão russa não dista em muito do original chinês; mesma repressão da sociedade civil, mesmo controlo dos médios de informação e da Internet e mesma política exterior expansionista e agressiva. Certamente, na fim, é que estamos num momento que podemos dar em chamar “Schrodinger”. Podemos estar vivos e mortos, ao mesmo tempo, dentro da nossa caixa. Uma caixa, onde as nossas estruturas podem estar quebradas ou ser sólidas, ao mesmo tempo.

Ao mesmo tempo caminhamos cara umas sociedades autocráticas ou cara sociedades mais democráticas. Unicamente superando este paradoxo é que ficaremos num “estado”; no sentido que queiram dar à palavra; definitivo. Entretanto estaremos a viver numa dualidade democracia-autocracia, uma dualidade quântica onda-corpúsculo, semelhante em muito ao experimento do Schrodinger, com o tempo a passar e as probabilidades da queda e grande parada das democracias ocidentais avançadas a aguardar no interior da caixa.

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