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Daniel Lago

Daniel Lago

Nado en Vigo, en 1979.Licenciado em CC. políticas pela USC (1998-2003) especialidade em estudos políticos e relações internacionais.Especialidade Estudos Europeus na Universidade Moderna de Porto.Empresario do sector financeiro e da gestão de riscos e a proteção financeira.Membro do CPN de Compromiso por Galicia 

O TRUMPXIT

Publicada: 09/11/2016

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Tempo de lectura: 5 minutos e 47 segundos.

A próxima administração republicana, guiada pelo novo comandante em chefe Donald J. Trump estará sem dúvidas marcada com uma política económica que têm um futuro incerto na economia, tanto dos EUA, como do resto do mundo. Uma política económica restritiva que afectará em negativo aos mercados dos chamados países emergentes; com uma clara linha restritiva para o livre comercio, e uma política exterior, que desenhara, finalmente, uma nova ordem mundial.

Além da vulnerabilidade, durante os próximos meses dos mercados mundiais, olhando para o nível interno da economia dos EUA, pode ser bem certo que de produzir-se a anunciada rebaixa fiscal, no curto prazo, tenha uma repercussão positiva para uma reactivação empresarial americana. Porem, um dos problemas finais das políticas económicas da nova administração Trump, no médio prazo, é que esta pode derivar na ineficácia sobre a economia real, sendo pouco favorável para o crescimento a rebaixa fiscal anunciada. Uma rebaixa fiscal que terá efeito sobre as rendas mais altas, mas que não chegara às gentes que deram o seu apoio ao excêntrico;, por dizer algo; multimilionário. Isto, no final pode levar a uma viragem cara o gasto no complexo industrial-militar como estímulo orçamentário; logo dos recortes em gasto em defesa dos últimos anos da administração Obama. 

Os mesmos que apoiaram a Trump, logo da reactivação da economia durante a administração Obama, podem ver no futuro como não recolhem nenhum beneficio e inclusive olharão como reduzirão o seu nível de bem-estar e de qualidade de vida. 

Nestas o Trump é que levará o seu discurso na procura de um inimigo, um interno e outro externo, para justificar uns “orçamentos de guerra”, tal e como fizera ao longo desta campanha presidencial.

Finalmente, o cenário é o de achegar a uma dívida pública dupla da actual; numa economia que poderíamos fixar com forte carácter de guerra; ante um aumento do gasto previsível sem precedentes e uma redução dos ingressos anunciada. 

O mundo pode estar na caminhada cara uma incertidão e vulnerabilidade já anunciada desde os começos da década de 2000 e incitada com grande sucesso desde a entrada da China na OMC e os seus planos de domínio mundial, e nos últimos tempos, com a colaboração necessária da Rússia do Putin. Hoje é já esse dia. O dia que todos aguardamos com impaciência e que já na fim deu chegado.

E passou o “Election day”, e olho para atrás e lembro agora, mais do que nunca, uma das primeiras coisas que sobre a ciência política, num mais do que correcto anglicismo, tinha chegado aos meus ouvidos: “checks and balances”.

Ainda bem que a democracia na América é assim, e os chamados “Pais Fundadores” achavam imprescindível a limitação do poder a través de distintos médios. Ainda bem, que o complexo sistema de separação de poderes saído da ração e da iluminação que levou, já na fim da guerra da Independência, à limitação do poder, uma das maiores preocupações do sistema político dos Estados Unidos, sempre com as preocupações em evitar qualquer uma classe de tirania e qualquer um abuso de poder. A hipótese neste caso, é se chegarão a funcionar os bloqueios institucionais. 

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